PONTO TURÍSTICO DE ITAITINDIBA

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FAZENDA ITAITINDIBA

domingo, 30 de outubro de 2011

sexta-feira, 20 de agosto de 2010

EDUCAÇÃO DE ZERO A 6 ANOS

PENSANDO A EDUCAÇÃO INFANTIL DE ZERO A 6 ANOS

Na época do Brasil - colônia a Casa dos Expostos, também conhecida coma Roda abrigava criança enjeitas de diferentes situações, dentre ela a de filho de escravos que eram obrigadas pelos seus Senhores a tomarem tal atitude e que viam aí uma oportunidade de verem seus filhos livres.
Em torno de 1909 surge o nome creche - do francês, presépio - com a intenção de abrigar, por exemplo, mães de trabalhadoras, filhos de imigrantes, entre outros.
No Brasil, no entanto surge não com intuito de educar, mas com caráter assistencialista e higienista herdada de práticas dos asilos e internatos de crianças.
Meados do século XX com um novo olhar sobre o atendimento à criança a passa a exercer a função como uma compensação pela sua carência de acesso à cultura apoiando na teoria da “privação cultural” entendendo que a sua condição social reduz a sua promoção ao conhecimento. Daí a “cura” dessa deficiência através de programas de cunho preparatório e compensatório.
Ao longo do tempo, iam ocorrendo críticas e questionamento em relação à privatização cultural, pois se notava que cada vez mais se acentuava a legitimação das diferenças sociais e o caráter, ainda assistencialista dada as crianças.
Diante dessas críticas é que nessa faixa etária surge a educação de 0 a 6 anos, não mais preparando para o 1º grau, mas com objetivos de promover o desenvolvimento global e harmônico dessa criança. Tinha objetivo em si mesmo respeitando sua idade e seu meio social.
Mas ficava distante a pré-escola da escola. E esse não é o objetivo da educação que almeja qualidade e continuidade. Se ela continua autônoma poderia caber tudo dentro dela, no entanto não é essa a educação que se almeja.
Uma educação com função pedagógica é que se tem difundido. Valorizar mais a cultura da criança têm sido o alvo principal. Dar-lhes oportunidades de se expressar os seus saberes, valorizar a sua cultura, enfim extirpar a velha concepção de que a criança é apenas um pote vazio a ser preenchido. Mas é necessário trabalhar para isso. Agindo assim estaremos colaborando para a afirmação de sua própria realidade.
Logo, estaremos em consonância na construção do futuro cidadão. No entanto não poderá ela, a educação infantil, se isolar das séries de 1º grau.
Então precisamos nós educadores estar sempre em permanente reflexão dos nossos
fazeres pedagógicos.

EDUCAÇÃO INFANTIL

A educação infantil vem ganhando importância. Importância essa obtida através da LDB (Lei de Diretrizes e Bases) de 1996. Daí a busca pela sua qualidade. Primeira etapa da educação reúne hoje 6,1 milhões de criança de 3, 4 e 5 anos. Acolhidas em creches é cada vez maior a discussão em torno da verdadeira função dela na escola. Avança, no entanto, a concepção de que deve ir para além da brincadeira: desenvolver capacidades e também ampliar conhecimentos. Alguns ainda pensando serem as crianças um pote vazio infantilizam a sua educação. Mas estudos apontam para o conhecimento que ela já possui desde a tenra idade. Lançado em 1998 o Ministério da Educação já distribuiu o Referencial para 311 mil educadores apontando para necessidade de melhor se conhecer as crianças e suas potencialidades. O primeiro passo está dado, no entanto é preciso reafirmar os programas de formação continuada.

domingo, 25 de julho de 2010

quinta-feira, 9 de abril de 2009

OPINIÃO 4





CAMINHO PARA A EDUCAÇÃO




Por Marcos A. C. Pimentel





A evasão escolar se dá por vários motivos.Pela omissão da família; Instituição escolar de difícil acesso; falta de estímulo por parte do próprio governo; ainda, pela necessidade da criança trabalhar para ajudar no orçamento familiar e muitos outros motivos que vai variar dependendo da região a ser examinada.A que mais nos toca e incomoda - por sermos estudante de pedagogia - é exatamente a da crítica que fazem sobre o despreparo dos profissionais da educação.Vivemos numa sociedade dinâmica que a todo instante muda conceitos e valores. A mídia está aí para mexer com personalidades e ditar o que nos faz feliz e o que nos deixa triste. Logo um carro do ano nos parece mais confortável do que aquele que temos e achamos que já não é o ideal. É ultrapassado. Temos urgência de adquirir um outro porque, afinal de contas, o vizinho já trocou de carro e eu ainda não.Essa mesma filosofia é a base para venda de muitos outros produtos. Nos fazem crer que a realização plena da nossa satisfação está no adquirir coisas que supostamente vão nos trazer paz e alegria.Mas o que tem a ver o consumismo desenfreado e a educação?Nessa dinâmica a sociedade esquece que para justificarem o fim é preciso passar pelos meios. E o meio é a educação.Não se começa uma casa pelo telhado. É preciso fundações alicerçadas em terrenos rígidos e vigorosos para que não caia.A especialização dos profissionais de educação tem sido feito a passos de tartarugas para ser otimista. Ela não dá conta das ansiedades da população que urge por algo dinâmico e eficaz capaz de produzir satisfação e alegria. Os equipamentos para uma pesquisas não passam dos próprios livros didático ou uma ida a biblioteca, quando o mundo viaja pela internet. Os quadro são de giz que tanto mau tem feito aos profissionais, quando quadros eletrônico, por assim dizer, já emplacam em outros países. Sentar-se comportadamente nas carteiras/cadeiras quando as crianças clamam por quererem correr, vibrar, gesticular... suar, enfim como tal qual incita a mídia eles querem correr para o sucesso.Aguçar os anseios e os desejos dos jovens é clamor dos que querem uma educação mais moderna e eletrizante.Não dá para desprezar a mídia como a mola propulsora que incita a todos para o querer. Sendo assim, diz o velho ditado: “Se você não consegue vencê-lo, una-se a ele”.Aos profissionais de ensino cabe trazer a dinamicidade dos meios de comunicação com todo aparato tecnológico para dentro da escola e torná-la uma aliada.Ao governo cabe atitudes menos burocráticas já que não há tempo a perder. Não dá para tramitar por longo tempo processos de licitações para a compra de equipamentos tecnológico já que o que é inovador hoje, no decorrer do ano já se torna obsoleto.Aos pais resta a esperança de que os seus filhos uma vez mandado à escola, voltem com uma bagagem de conhecimento mínimo para enfrentar a concorrência que tanto tem deixado de fora os menos habilitados.Aos alunos no seu dia-a-dia de idas à escola a expectativa de dias mais prazerosos no aprender.

sábado, 4 de abril de 2009

OPINIÃO II


“Caixa de Surpresa



A televisão influi decisivamente no comportamento das pessoas em geral, pois o que é oferecido são programas de cunho comercial e a sensualidade muito explorada.
Embora os próprios meios de comunicação apresentem de vez em quando comerciais que indicam que o telespectador tem a liberdade de escolher a programação que melhor lhe convém, o que temos visto é uma sedução nas chamadas do que será posteriormente apresentada. As apresentações não condizem com o grau de moral antes anunciado. O que se vê são indecência que em nada acrescentam na vida de nenhum indivíduo.
Ainda mais. São programas, novelas e filmes de cunho comercial, onde são apresentadas circunstâncias que levam os telespectadores a agirem de acordo com as situações oferecidas ou as fazem consumirem determinadas marcas de produtos que elas nunca se quer sonharam em consumir.
Outra situação delicada é a influência exercida sobre as crianças e adolescentes que são as maiores vítimas dessa programação nociva. Seja no falar, no vestir, na urgência de querer tudo aqui e agora, nas palavras chulas, no tratamento rebelde para com os seus pais e tantas outras que a cada momento são reveladas.
Por tudo isso, temos a consciência de que o uso racional desse aparelho se faz necessário, e o telespectador-consumidor deve ter a destreza de filtrar de modo sábio o que convém e o que não convém.

Quem sou eu

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PROFESSOR E PEDAGOGO FORMADO PELA FACULDADE DE FORMAÇÃO DE PROFESSORES - UERJ - CAMPUS SÃO GONÇALO